Venha munido de gritos.
Descarrega um pente todo daquelas palavras espumantes.
Deixe que borbulhe...
E quem sabe assim, você se sinta melhor.
Jogue as barbaridades para adiante, solte a incompetência de teu peito sobre o meu. Faça das suas inseguranças montanhas e diga-me para montá-las.
Repouso.
Pouso de novo.
De onde nunca deveria ter voado.
Aprendi na melhor chicotada --- Doce! Doce e querida! --- sentir aquilo que consome. Me-some.
Achava eu bastar em conjunto, hoje basto só.
Escorre o suor fétido da desintoxicação, palavras augustianas que ouvi de mal conhecedor, felizes me escapam agora.
Compensa o vazio que tem! O mesmo que tentava comigo encher.
Enche, me enche.
Descarrega um pente todo daquelas palavras espumantes.
Deixe que borbulhe...
E quem sabe assim, você se sinta melhor.
Jogue as barbaridades para adiante, solte a incompetência de teu peito sobre o meu. Faça das suas inseguranças montanhas e diga-me para montá-las.
Repouso.
Pouso de novo.
De onde nunca deveria ter voado.
Aprendi na melhor chicotada --- Doce! Doce e querida! --- sentir aquilo que consome. Me-some.
Achava eu bastar em conjunto, hoje basto só.
Escorre o suor fétido da desintoxicação, palavras augustianas que ouvi de mal conhecedor, felizes me escapam agora.
Compensa o vazio que tem! O mesmo que tentava comigo encher.
Enche, me enche.
Estouro.
A velha ladainha risca disco em meus sentidos.
Vejo o som dês-a-sentidado daquilo que descarrega.
Atira em mim!
Vamos! Que custa?!
Atira que quero os gritos do palavrório.
Arromba a porta já aberta para cansar-se!
Que te olho do fundo do quarto com um murmuro-risonho.
Vejo o circo que faz de camarote, lá vai o palhaço chorão.
O macaquinho de realejo mal humorado.
O leão castrado.
Minha vida virou picadeiro.
Venha! Descarrega! Mata meu corpo! Esperneia! Estrebucha até estertorar!
E se o barulho é alto não canso de me rir!
Baixa a lona do circo que esta na hora de ir, ao sair, por favor, apague a luz, encoste a porta e não se esqueça de levar os elefantes com você.
Boa noite.
A velha ladainha risca disco em meus sentidos.
Vejo o som dês-a-sentidado daquilo que descarrega.
Atira em mim!
Vamos! Que custa?!
Atira que quero os gritos do palavrório.
Arromba a porta já aberta para cansar-se!
Que te olho do fundo do quarto com um murmuro-risonho.
Vejo o circo que faz de camarote, lá vai o palhaço chorão.
O macaquinho de realejo mal humorado.
O leão castrado.
Minha vida virou picadeiro.
Venha! Descarrega! Mata meu corpo! Esperneia! Estrebucha até estertorar!
E se o barulho é alto não canso de me rir!
Baixa a lona do circo que esta na hora de ir, ao sair, por favor, apague a luz, encoste a porta e não se esqueça de levar os elefantes com você.
Boa noite.
Um comentário:
"eu sou funcionário, ela é bailraina..."
Chico
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